quarta-feira, 28 de março de 2012

As mudanças no mundo do trabalho e a educação: novos desafios para a gestão.

   
              Com    o   avanço da   ciência   e tecnologia, surge um novo    cenário que   aumenta    a competitividade e abrem uma gama de possibilidades, tornando o trabalho mais flexível. 
Busca-se trabalhador capaz de assumir múltiplas funções, e não meros robôs em um círculo de repetições.
            As mudanças interferem nas relações, e agora se precisam formar sujeitos com novos projetos pedagógicos com a necessidade de romper velhos paradigmas.
            Para investir na educação de qualidade, é preciso os investimentos necessários na formação desses profissionais, onde a solidariedade e o respeito também são alvos dessa formação.
            A escola assume um novo papel, deixando para trás uma educação repressora, para avançar-mos com uma educação libertadora, onde se veem os alunos como sujeitos capazes de construir sua aprendizagem, com isso o professor deixa de ser o absoluto detentor da verdade e do saber.
            No passado a escola só somatizava, a mera reprodução das classes no trabalho, excluindo os que não se encaixavam, agora ela tem um desafio como gestão democrática, de garantir a educação para todos, envolvendo o aluno, a comunidade e seus funcionários.
            O professor assume o papel de mediador, que vê o aluno como sujeito de sua autonomia. É como disse Paulo Freire, “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”. 

Bibliografia: Paulo Freire,Pedagogia da Autonomia.

Nenhum comentário:

Postar um comentário