Com o avanço da ciência e tecnologia, surge um novo cenário que aumenta a competitividade e abrem uma gama de possibilidades, tornando o trabalho mais flexível.
Busca-se trabalhador capaz de assumir múltiplas funções, e não meros robôs em um círculo de repetições.
As mudanças interferem nas relações, e agora se precisam formar sujeitos com novos projetos pedagógicos com a necessidade de romper velhos paradigmas.
Para investir na educação de qualidade, é preciso os investimentos necessários na formação desses profissionais, onde a solidariedade e o respeito também são alvos dessa formação.
A escola assume um novo papel, deixando para trás uma educação repressora, para avançar-mos com uma educação libertadora, onde se veem os alunos como sujeitos capazes de construir sua aprendizagem, com isso o professor deixa de ser o absoluto detentor da verdade e do saber.
No passado a escola só somatizava, a mera reprodução das classes no trabalho, excluindo os que não se encaixavam, agora ela tem um desafio como gestão democrática, de garantir a educação para todos, envolvendo o aluno, a comunidade e seus funcionários.
O professor assume o papel de mediador, que vê o aluno como sujeito de sua autonomia. É como disse Paulo Freire, “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”.
Bibliografia: Paulo Freire,Pedagogia da Autonomia.
Bibliografia: Paulo Freire,Pedagogia da Autonomia.
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